Há duas coisas das quais não podemos abrir mão – 1. de nos indignarmos, 2. de dar risada, inclusive de nós mesmos.
Os vaga-lumes denunciam a escuridão (Canto VI, 1972, Fragmento, AF)
Senhoras e senhores, que, pelo menos, o verso seja livre (Manifesto, AF)
Deus me defenda dos fracos, que dos fortes eu dou conta
Não tenho talento para ficar mal
De derrota em derrota chegaremos ao socialismo
Há que haver pelo menos a certeza poética emblemática de que a luta continua...
Nós sobrevivemos ao pau-de-arara, mas o pau-de-arara também sobreviveu
Eu sou “soteropaulistano”